Grata pelas vossas gentis visitas e comentários, apesar de eu não os visitar, com a assiduidade desejada.




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quarta-feira, 24 de junho de 2015

DICAS PARA UM BRONZEADO MAIS DURADOURO

Consiga um bronze de meter inveja!
Uma semana ou dois dias antes de ir à praia faça uma esfoliação à pele para retirar as células mortas e permitir que a pele absorva os cremes e os protectores da melhor maneira dando-lhe uma cor mais uniforme e um bronze mais duradouro. 

Prepare-se para começar a apanhar sol aos poucos, não pense que em um dia vai conseguir ter aquele bronzeado perfeito. O ideal será que no primeiro dia fique pouco tempo ao sol e no segundo aumente um pouco mais e por ai fora, para evitar apanhar escaldões.


Não se esqueça que o seu cabelo também precisa de ser cuidado durante a exposição ao sol para evitar que não perca a cor. Use e abuse de chapéus! 

Para a cor da sua pele ficar ainda mais perfeita beba sumo de laranja com cenoura ou misture meia papaia, uma manga e metade de uma cenoura cozida com um copo de sumo de laranja, vai fazer com acelere o processo do bronzeado. Consuma também legumes verdes como, o espinafre e os brócolos que estimulam a produção de melanina.


E como última dica não se esqueça que o mais importante é ficar com uma cor bonita e saudável. Utilize sempre protecção solar e evite os horários em que o sol e o raios estão mais fortes, que não são recomendados para apanhar sol. 

http://lifestyle.sapo.pt/moda-e-beleza/corpo-e-estetica/fotos/10-dicas-para-um-bronzeado-mais-duradouro#galeria=447135&foto=10

sexta-feira, 5 de junho de 2015

JARDINS NO TOPO DE EDIFÍCIOS URBANOS

Aproveitar o topo de edifícios urbanos para criar recantos paradisíacos é uma das tendências atualmente em voga. A CNN elegeu aqueles que considera serem alguns dos mais surpreendentes do mundo
Labiríntico e deslumbrante, Waldspirale, também conhecido como floresta circular, em Darmstadt, na Alemanha, foi criado pelo austríaco Friedensreich Hundertwasser em 2000

ACROS em Fukuoka, no Japão, é um projeto inspirado nas pirâmides dos incas. Tem a assinatura do arquiteto argentino Emilio Ambasz

Em Londres, o Barbican Conservatory abriga o maior centro de artes da Europa. Desconhecido de muitos, o jardim no topo do edifício surpreende pela quantidade de verde que ostenta

Aberto em 2012, o Gardens by the Bay já se impôs nos roteiros dos turistas que visitam Singapura

Namba Parks, em Osaka, no Japão, até inclui canteiros para o cultivo de legumes e vegetais. O projeto data de 2003 e tem a assinatura do arquiteto norte-americano Jon Jerde

Os jardins do topo do Rockefeller Center, em Nova Iorque, nem sempre estão abertos ao público. Já serviram de cenário a alguns filmes de herois como o Homem-Aranha. Abertos desde 1935, integram cinco terraços concebidos pelo arrojado arquiteto paisagista Ralph Hancock

Ocupando uma área de 6.000 metros quadrados, os Kensington Roof Gardens, em Londres, exibem mais de 500 espécies botânicas em três espaços temáticos. Ralph Hancock, arquiteto paisagista, esteve na origem do projeto

Kaiser Roof Garden, um jardim singular em Oakland, na Califórnia, nos EUA

http://lifestyle.sapo.pt/casa-e-lazer/viagens-e-turismo/fotos/10-dos-mais-belos-jardins-no-topo-de-edificios-urbanos#

domingo, 10 de maio de 2015

15 LUGARES DO MUNDO, COM MAIOR ESPERANÇA DE VIDA

O que contribui para uma existência longa e saudável? Qualidade de vida, alimentação equilibrada e um sistema de saúde que realmente funcione. 

Macau - A forte economia deste território chinês provém de jogos de azar, mas o governo garante que 70% da verba é investida em saúde. A dieta típica é à base de frutos do mar.
San Marino - Com uma das menores taxas de desemprego da Europa, nenhuma dívida nacional, orçamento excedente e espiritualidade em alta, os 30 mil cidadãos deste microestado parecem não ter do que reclamar. A sua dieta típica é a mediterrânica, considerada uma das mais saudáveis do mundo.
Andorra - Esqui e caminhada estão entre os passatempos favoritos. A dieta típica inclui o estilo mediterrânico, com carne, legumes e peixes.
Singapura - Grandes avanços na saúde pública e boas oportunidades económicas elevaram, ao longo de três décadas, a esperança média de vida.
 
Hong Kong - A dieta típica é feita com peixes cozidos no vapor, legumes e comida cantonesa. 
Austrália - O estilo de vida ativo e a aversão ao tabaco estão entre as causas. A dieta típica com camarão na brasa, grelhados e frutos do mar também ajudam.
Israel - As três principais cidades israelitas classificadas ela esperança de vida são Ra’anana, Modiin-Maccabim-Reut e Beith Shemesh. 
Mónaco - Conhecida por ter o maior número de milionários e multimilionário per capita do mundo, o Mónaco parece render bons frutos aos habitantes. A dieta típica é, em grande parte, constituída por ingredientes da cozinha mediterrânica.
Loma Linda, Califórnia - Local de grande fé, os 23 mil moradores são adventistas praticantes. Costumam viver entre 4 a 7 anos a mais do que o resto do país. A dieta também contribui, visto que a maioria da população é vegetariana.
Guernsey - Os baixos impostos e salários altos oferecem opções de saúde de alto nível.
Icaria, Grécia - Os 10 mil moradores desta ilha geralmente vivem bem. A dieta inclui legumes, peixe e muito azeite.
Islândia - O nível baixo de poluição, assim como dos índices de doenças comuns, como as doenças cardíacas e a depressão, além de muitos outros motivos fazem com que a Islândia tenha uma média alta de vida.
Nicoya, Costa Rica - Os 75 mil nicoianos gozam não só de belas e isoladas praias, mas de uma grande esperança de vida. A dieta meso-americana inclui feijão, abóbora e tortilha de milho, além da água regional ser rica em cálcio e magnésio, o que fortalece os ossos e relaxa as artérias.
Okinawa - Os idosos desta região têm a mais baixa taxa de mortalidade em todo o mundo por doenças comuns. A dieta tradicional japonesa, com apenas 25% de açúcar e 75% de consumo de grãos, peixe, soja e legumes é atribuída como o motivo principal para esta longevidade que chega aos 100 anos.
Sardenha - Com uma das populações com mais centenários do mundo. A dieta da população inclui carne, feijão, verduras, queijo de ovelha e de cabra, além de um bom copo de vinho.

http://lifestyle.sapo.pt/saude/saude-e-medicina/fotos/os-15-lugares-com-maior-esperanca-de-vida-2#galeria=324620&foto=2

quinta-feira, 30 de abril de 2015

ANTIBIÓTICOS A MAIS, SAÚDE A MENOS

Alerta da OMS. Mundo está a fazer pouco para combater mau uso dos antibióticos

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou hoje que o mundo faz pouco para combater o mau uso dos antibióticos, aumentando a resistência e permitindo que doenças tratáveis resultem em morte.
No primeiro estudo sobre a resposta dos países ao problema da resistência antimicrobiana - quando os micróbios se tornam insensíveis aos medicamentos - a OMS sublinhou "desvios enormes" nas seis regiões do mundo.
"Trata-se apenas do maior desafio actual em relação às doenças infecciosas", considerou Keiji Fukuda, diretor-geral assistente para a segurança sanitária.
"Todos os tipos de micróbios, incluindo numerosos vírus e parasitas, se tornam resistentes aos medicamentos", explicou, manifestando uma especial preocupação relativamente às bactérias cada vez menos tratáveis com os antibióticos disponíveis.
No ano passado, a OMS emitiu um aviso sobre a questão, considerando que o mundo se dirigia para uma "época pós-antibióticos", na qual é possível morrer de infecções ditas banais ou de ferimentos ligeiros.
Desde então, a organização realizou este estudo em 133 países sobre a resposta à resistência aos medicamentos antimicrobianos para a pneumonia, tuberculose, malária e VIH (Vírus de Imunodeficiência Humana).
O relatório apresenta dados regionais e não por país. Apenas 34 dos 133 países têm em vigor uma política para lutar contra a resistência aos antibióticos. Um dos problemas é a venda livre dos antibióticos sem receita médica muito praticada em todo o mundo.
A contrafacção e a má qualidade são também causas destes problemas, em particular com medicamentos que não contêm a quantidade suficiente de ingredientes activos.
Este é o caso de África "onde se trata de um problema geral", sublinhou o documento, lamentando que apenas tenham respondido ao relatório oito países africanos.
Vários países não publicaram protocolos de tratamento, o que leva a uma utilização excessiva de medicamentos pelos médicos e pelo público. "O uso exagerado e inapropriado de medicamentos antimicrobianos acelera o surgimento de micro-organismos resistentes", afirmou o estudo.
"A situação é alarmante", prosseguiu o relatório, notando que o público, mesmo na Europa, não está consciente do problema e continua a acreditar que os antibióticos podem ser usados contra infecções virais, o que não é verdade. 

Luas/SOL

http://sol.pt/noticia/389012
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http://www.apifarma.pt/Paginas/antibioticos.aspx